terça-feira, 18 de novembro de 2008

8/10 – quarta-feira - Paris









Bem, a viagem quase nos faz esquecer do planejamento geral. Assim fomos direto à Gare de Lyon para confirmar a ida para Avignon e depois Barcelona, quando voltarmos de Praga. Entre outras coisas optamos por uma reserva num hotel próximo à Gare para o pernoite pois chegaremos de Praga às 10 da noite e embarcaremos no TGV à 8:06 da manhã seguinte.
Tudo resolvido resolvemos almoçar num restaurante recomendado por um amigo. Fomos para a PLACE DE LA NATION para almoçar no Café CHEZ PROSPER. Excelente comida. Aida comeu um “Escalope de Poulet au Citron Confit” e o eu pedi “Le Casse-Croûte de Prosper” que vem: Tartine de Cantal Chaud, Saucisse sèche, Saucisson, Jambon de Pays, Patê de Campagne e mais uma taça de vinho “Côtes du Rhône Aoc Monillon". Tomamos ainda mais meia garrafa de vinho “Bordeuax Aoc Châteux Gontonete” pois a taça de vinho acompanhava minha refeição e eu não iria deixa-la triste e abandonada, certo? De sobremesa “Poirre Bellé Hélène” e “Dame Blanche”, as duas a base de sorvete “Berthilon”, que é considerado o melhor sorvete de Paris. Deram uma olhada na nas fotos? Pois é... e para de babar ai, pô!
Da Place de La Nation, queríamos ir a Montmartre, mas prá dar uma variadinha descemos na estação errada do metrô e descobrimos que estávamos nos JARDINS DE TUILLERIES. Em frente o MUSEU D’ORSAY, com pinturas e esculturas de arte ocidental. Obras de Van Gogh, Monet, Degas, e muitos outros.
Finalmente, conseguimos chegar a MONTMARTRE. A idéia era presenciar uma festa única que é colheita de uvas de Montmarte pois ali ainda se cultiva umas videiras que produzem cerca de quinze mil (ou mil e quinhentos...) garrafas por ano e essa colheita, no princípio de Outubro é feita com uma fantástica festa. Estava tudo armado lá. Mas não avisaram a festa... Acho que ela só chegaria no fim de semana. Não deu para nós esperarmos. Fomos então conhecer a Basílica. Subimos de funicular, com uma vista linda da cidade. Montmartre é o bairro boêmio da cidade, ponto importante de artistas e intelectuais, com animada vida noturna. Era frequentado por Degas, Cézane, Monet, Van Gogh ... e muitos outros bêbados. Até hoje.
Na parte mais alta de Montmartre está a BASÍLICA SACRE COEUR, em estilo bizantino. Sua construção teve início em 1875 e terminou em 1914. Mas foi consagrada como basílica somente depois da Primeira Guerra Mundial. Possui um sino de 19 toneladas, um dos mais pesados do mundo. Assistimos o final da missa que estava sendo celebrada, com um coral muito bonito de freiras no altar.
Depois da missa fomos passear por Montmartre. Vários restaurantes, cafés, pintores espalhados pelas ruas e bastante turistas (novidade...)
Para completar o passeio sacro-profano fomos para a praça PIGALLE, com o MOULIN ROUGE e casas de shows eróticos, restaurantes e bares. Fizemos nada lá. No hotel seria melhor.
De volta para o hotel , quando chegamos na estação Charles de Gaulle-Étoile, resolvemos descer para ver a Champs Elisees e o Arco do Triunfo á noite, toda iluminada. Deu chabu... NÃO estavam iluminadas... Voltamos então para o hotel e, de novo, nos perdendo nos corredores sem fim do metrô e finalmente... Saint Michel Notre Dame, nossa estação, para merecidamente quase meia noite tomar um bom banho, colocar um pouco as pernas para cima e finalmente dormir.

7/10 – terçã-feira – Paris

Esse dia prometia... começou com um fato entre inusitado e lusitano; consegui trancar as chaves do cadeado da mala... dentro da mala! Tive que conseguir um alicate na recepção e quebrar o cadeado. Por sorte Aida trouxe cadeados de reserva.
Tudo pronto saimos para mais um dia descobrindo Paris. O dia está nublado, mas ainda sem chuva e não está muito frio.
Pegamos o metrô e fomos à TORRE EIFFEL. Subimos até o topo, mas como o tempo não estava claro, não foi uma visão muito boa, mas mesmo assim deu para tirar algumas fotos.
À tarde fomos ao ARCO do TRIUNFO. Nele estão gravados os nomes de 128 batalhas e de 558 generais. Em 1920 foi construído o túmulo do Soldado Desconhecido. Fica na praça Charles de Gaulle, uma das extremidades da Av. Champs-Elysees. Esse povo gosta de uma guerra que é uma coisa!
Descendo a Champs-Elysees, a primeira parada foi para almoçar. Fomos ao Restaurante CHEZ CLEMENT, onde optamos pelo esquema bem comum em Paris, a "formule". Seria o nosso almoço executivo. Comida razoável e o local bonito e agradável. De lá descemos a Champs-Elysees. Muito ampla e sofisticada, com todas as griffes famosas do mundo. No final da avenida, uma exposição dos 100 anos da Tecnologia Industrial Aérea Francesa.
Continuando chegamos na PLACE DE LA CONCORDE que fica na outra extremidade e é considerada a maior praça de Paris. De lá pegamos o ônibus número 69, que faz um trajeto por todas as áreas interessantes da cidade: Marais, Bastille, Cemitério Père Lachaise, etc. É quase um "onibus turístico". Fizemos todo o percurso. Depois, de metrô, fomos ainda á PLACE MADELEINE, onde está a FOUCHON, com seus 114 anos de oferta dos melhores vinhos, geléias, foie gras e um mundo de variedades de outras coisas deliciosas. Visitamos também a CATEDRAL DE MADELEINE, cuja construção data de 1764. Olha, o que vimos de capelas, igrejas, catedrais e outros templos por lá com certeza nos tornará santos! Mas, como não poderia deixar de ser, voltamos ao mundo real: GALERIAS LAFAYETTE. Um deslumbramento. Vitrais fantásticos, um mundo de luxo e sofisticação, que nem deixa de ser mais uma Catedral. Essa de consumo! Aliás, a ilustração deste post é exatamente o interior da Galeria Lafayette!
Comprinhas e degustação de "macarrons" na Fouchon, comprinhas nas Galerias Lafayette e, de novo, metrô lotado para voltarmos ao hotel, já tarde da noite.
Repetimos a receita de reposição das forças em casa: banho, um bom vinho: - “Poully-Fuissé” (da Borgonha), queijo de cabra “Soignon” e "sauci crocq" Saint Marcel (umas mini sausichas defumadinhas deliciosas), comprados na área de alimentação das Galerias Lafayette. Esta área é simplesmente deslumbrante e cara. A seção de chocolates é de deixar até mesmo quem não é chocólatra como a Tati, completamente alucinado. A seção de especiarias é maravilhosa com todos os temperos expostos, para vc se servir. Cheiros diversos, tudo muito bonito. Aproveitamos também. Fizemos um pequeno abastecimento de coisinhas de lá: foie gras, conservas, mostardas, pimentas. Na volta, por aqui, o sonho vai continuar mais um pouquinho.

Pic-Nic nos Jardins de Luxemburgo!


Essa ai é a imagem inspiradora do tal pic-nic nos Jardins de Luxemburgo. Recomendo isso em suas andanças parisienses. É fácil: cuide de ter em mãos o tal Kit, que pode até chamá-lo de KIT PIC-NIC, que deverá ser composto de taças, guardanapos, abridor de vinho/garrafa, uma faquinha e... Seja o que Deus quiser!

6/10 – segunda-feira – Paris

Mais uma boa noite de sono e mais um dia de grandes caminhadas em Paris. que agora melhoramos um pouquinho o processo, compramos bilhetes de metrô para uso de dia inteiro para os transportes integrados de Paris: metrô, onibus e barcobus pelo Sena.
Na verdade queríamos chegar à Torre Eiffel, mas não conseguíamos “ainda” pegar a tal linha C do metrô. Ai resolvemos nos aventurar. Pegamos o primeiro metrô que pintou e fomos sem saber para onde. Descemos na Cidade Universitária, um bairro muito bonitinho. De volta descemos na estação Luxemburgo e voilá... estamos em frente aos JARDINS DE LUXEMBURGO! Nele se encontra hoje a sede do Senado da França, no palácio que foi residência de Maria de Médicis. Depois de ligar para a Tati e saber que o Gabeira foi para o segundo turno, fomos a um supermercado bem em frente e nos abastecemos com uma garrafa de vinho, queijo Camembert Président, Coeur de Lion, baguete, presunto maravilhoso e umas mini salsichinhas e pêssego de sobremesa, voltamos ao Jardins de Luxemburgo e fizemos um belo pic-nic. Guardanapos e taças, trouxemos do hotel, naturalmente. Era o nosso kit pic-nic que carregávamos prá baixo e prá cima o tempo todo.

Depois demos uma boa caminhada pelo jardim e ao sairmos vimos um prédio enorme no final de uma rua e subimos até lá e descobrimos que estávamos em frente ao PANTHEON.
Sua construção data de 1764, por encomenda de Luiz XV. É um prédio em estilo neo-clássico, em forma de cruz, cuja cúpula tem 83m de altura. Belíssimo, por dentro e por fora. Em frente está a Faculdade de Direito e um pouco mais abaixo a Sorbonne.
Nesta região visitamos também o MUSEU DE CLUNY, o Museu Nacional da Idade Média, com rico acervo de arte medieval. Foi fundado em 1843 como museu. Está instalado em 2 edifícios: Termas Galo-Romanas, consideradas o mais importante representante da arqueologia romana na França. E o outro edifício que era a residência dos monges de Cluny.
Nesta área, quando estavam construindo o metrô, descobriram as ARENAS DE LUTÉCIA ( antigo nome da cidade de Paris) , que foram construídas pelos romanos, quando Lutécia era colônia de Roma. As arenas foram restauradas em 1910.
Caminhando (sempre, sempre...) chegamos ao BOULEVARD SAINT- GERMAIN- DES- PRÉS, famoso por sua vida noturna, lojas de grifes respeitadas seus cafés, entre eles o DEUX MAGOTS e o CAFÉ DE FLORE.
De lá pegamos um ônibus e fomos à Gare de Lyon, no magnífico RESTAURANTE LE TRAIN BLUE. Ele foi fundado no séc. XIX, e é simplesmente deslumbrante. Todo em estilo rococó, tem lustres maravilhosos. Da Gare de Lyon, de metrô, retornamos ao hotel para descansar um pouco já que andamos de 11 da manhã até as 6 da tarde.
Pernas para cima, um bom banho e saímos de novo para a aventura Paris!
Oito da noite estamos prontos para sair. Desta vez sem casacões porque já não está tão frio.
Procurando por um restaurante, encontramos o IL INSULAIRE, cuja proprietária, Angelina, é uma grega muito simpática. O restaurante é bem pequeno e fica numa travessa do Boulevard Saint Germain. Com apenas 12 mesas, cozinha aberta, bem atrás do balcão, comandada por um chef muito bom. A comida é simplesmente ótima. Aida saboreou uma “sopa de cebola” divina e eu um menu completo: “Bloc de fois gras” cuidadosamente servido sobre uma salada verde e depois um “Magré de Canard”. Era para comer rezando. Agradeci a São Pantagruel. Vinho Beaujolais fresco, para acompanhar. Creme Bule de sobremesa. Só.
Hotel para dormir.

5/10 – Domingo – Paris




Dia de eleição no Brasil e nós aqui em Paris. Eu pensando que o meu voto não faria falta ao Gabeira...
Depois de uma boa e reparadora noite de sono, acordamos já quase 10h da manhã.
Café tomado começamos nosso dia. Caminhamos das 11 da manhã às 8 da noite. Muito frio por causa do vento e em alguns momentos uma chuvinha fina.
Primeira parada: LOUVRE. Passamos quase o dia todo lá e não deu para ver a metade! Enorme. Lotado. Daí de repente um mar gente fotografando. Quem??? Mona Lisa.... Mal dá para ver o famoso sorriso de tanta máquina fotográfica no alto. Isso só porquê... é proibido fotografar! E a gente pensa que essas transgressões só acontecem por aqui... A gringaiada toda brasileirou!

Um detalhe a quem interessar possa: no primeiro domingo de cada mês a entrada no Louvre é "de gratis"! Invista os euros dos ingressos numa boa garrafinha de vinho! Foi o que fizemos!
Depois fomos à CATEDRAL DE SANTO EUSTÁQUIO, afinal o Márcio EUSTÁQUIO aqui tinha alguma coisa a ver com o tio celestial, certo? Linda. Assistimos uma boa parte da missa e no final um show espetacular de um órgão monumental.
Caminhando depois disso fomos dar, quer dizer: CHEGAMOS!, no HOTEL DE VILLE, Centro Administrativo de Paris, com a sede da Prefeitura instalada ai desde 1357. Em 1871 foi destruído por incêndio,tendo perdido no incêndio as publicações sobre a Revolução Francesa. Foi reconstruído entre 1873 e 1892. Caminhamos pela RUE DU RIVOLI, uma das ruas mais famosas de Paris, com as melhores boutiques. Fomos até o Ópera de Paris ( o Clodovil fala "Operrá de Parrí"). Visitamos a Igreja de São Lázaro e caminhando fomos ao Boulevard Haussmann e ao Boulevard des Italienes.
Tomamos um café no Lina’s Sanduiche e passamos lá um bom tempo, descansando as pernocas exauridas e nos aquecendo. Foi um domingo longo e extenuante.

Fomos para o Hotel e nem saimos mais. Descansamos com queijos e vinho! Queijos deliciosos: Três. Pont Levesque, Saint Marcelin e Brillat Savarin.

4/10 – sábado – Paris


A sensação que senti ao ver que estávamos em Paris foi incrível.
Bagagem na mão e vamos nós pegar o trem do aeroporto Charles de Gaulle, para o Hotel.
Usando o metrô no deslocamento vale pensar que mala grande por aqui só se for louco. Escada, escada e escada prá tudo quanto é lado. De largada para pegar o trem, já no aeroporto, descer escada carregando mala.
Na estação St. Michel, descemos e na rua é só caminhar um pouco e chegarmos ao hotel.
Ai, surpresa ... escada. Um escadão para subir carregando mala até a recepção. E ai? Surpresa!!! Mais escada para ir para o quarto.
O Hotel onde nos hospedamos é muito bem localizado mas o típico hotel parisiense: adaptado de uma de suas antigas construções. Fica na rue St. Michel a uma quadra da Catedral de Notre Dame, pertinho do metrô, perto do Hotel de Ville, a poucos minutos da Rivoli e muitos outros pontos interessantes. A rua é movimentadíssima, com bares, restaurantes, discotecas e gente que não acaba mais (Olha a foto ai em cima).
Nunca vi tanta gente numa ruinha tão estreita como a nossa. Bares cheios, ruas lotadas. Artistas de rua com platéias enormes. Andamos até 1 da manhã e daí merecido descanso que ninguém é de ferro. Afinal estávamos das 4 da tarde "de quinta-feira"(!), até 1 da manhã de sábado numa maratona só.

sábado, 8 de novembro de 2008

Estava frio... muito frio, mas nada que um bom vinho não mandasse para bem longe!


O ambiente era ao ar livre mas debaixo de um ombrelone com um aquecedor suspenso. Calor por cima, em volta e em goles. Noite perfeita, jantar excelente, lembranças inesquecíveis.

Estava esperando o segundo turno da eleição e planejando os próximos movimentos pela Paris maravilhosa. Resolvi pedir um choppinho para clarear as idéias. Sempre fazia isso tomando um "garotinho", na praia. Fiz o mesmo. Pedi o chopp. Era forte, consistente, temperatura perfeita. Dei-lhe o nome de "Gabeirinha". Bebi refletindo.

Fui, vi e voltei... Já posso morrer.




Essa era a vista de uma Paris sonhada. Do alto da Torre Eiffel. Paris esparramada logo abaixo e convidando para percorrê-la e decifrá-la. Impossível. Preferi ser devorado por ela. Me perder. Encontrar sua beleza monumental. Assim fiz.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Eu não morro sem ver Paris....

Eu me lembro, ainda criança, de uma música de carnaval que fez um imenso sucesso. Dá o título a esse post. Cantava Paris e seus encantos... Infelizmente percorri o Google e não encontrei nada sobre ela. Uma pena. Creio que foi de um carnaval dos idos de 40 ou 50 e reverberou pelos 60, dos quais eu guardei na lembrança.
Meu filho Bruno conseguiu descobrir! A autoria é de Alcyr Pires Vermelho, Arlindo Marques Jr e Roberto Roberti e foi de setembro de 1955. Pronto, está dado o crédito aos autores. Desconfio que a "tal" Suzete deveria ser exatamente como a Pin Up da ilustração.

Bem, eis o que eu me lembro, numa livre associação. Pode ser que eu acabe entrando aqui como "co-autor" por culpa da memória que nunca é perfeita, no meu caso. Ei-la:
Eu não morro sem ver Paris!
É uma jura que a muito tempo eu fiz!
Paris, Paris, Paris,
Ai meu Deus eu quero ver
O que todo mundo diz!
O americano é colossal,
Inventou o telefone e a gillete
Mas o francês é mais original
Inventando o perfume e a Suzete
Suzete é uma francesinha
Que faz qualquer um feliz
Por isso que eu digo
Eu não morro sem ver Pariiiis!!!
E somente agora, bons anos nas costas e dezenas de outras viagens por mil lugares, cumpro essa jura-profecia outorgada pelo poeta.

domingo, 28 de setembro de 2008

Tudo pronto... é aguardar e embarcar!



Hoje, domingo, tudo já está prontinho! Todas as reservas feitas e confirmadas, vôos firmes, carros alugados, trens marcados, seguros garantidos e tíquetes na mão.
Interessante que em todas as minhas viagens jamais fiquei ansioso como fiquei para essa. Acho que tem a ver com o projeto pensado, organizado e realizado com tanto interesse e carinho.
Bem, chegou a hora. Quero curtir isso como a viagem da vida. Eu e Aida vamos aproveitar muito especialmente este momento que queremos mágico.
Essa maravilha ao lado é a entrada lateral da Igreja da Sagrada Família, em Barcelona. Tá certo, essa já será a fase de encerramento da parte européia da viagem mas temos que lembrar que depois do circuito que escolhemos:
Paris; Museu do Sexo!, Museu Rodin, A casa de Freud, mesas, camas (ops!)
Praga; mais Museu do Sexo! Comidas, bebidas (Pivo! Pivo! Pivo!), frio... xingamentos...
Provence! Gula, sêde (Vinhos! Vinhos! Vinhos!) mais comida e se chega em Barcelona!
Tem que ter igreja grande para rezar e pedir perdão! Depois desse ponto é partir para o novo mundo e pensar de novo em emagrecer e ganhar dinheiro novamente. Simples assim!

sábado, 27 de setembro de 2008

Esta semana, a partir de 2 de outubro, estarei embarcando para uma bela viagem de comemoração de 35 anos de casamento! Passarei por Paris, plea Provence, irei a Praga, Barcelona e depois termino em New York e Boston.
Vou tentar registrar e comentar toda a viagem através deste blog.
O começo é pela maravilhosa Paris! Aliás essa foto ai de cima dá mesmo o clima da viagem:
O céu é o limite!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Mais Hai Kai

Você acha que tem um cão?
Ledo engano...
Ele é que possui um humano

Com a luz e com afeto
Fiz seu coito predileto...
E ela de chico...

Meu amor, grite, gema
No frigir dos ovos
Quero tudo às claras

chego agora, empolgado
Vamos falar de amor
e deixa a dor de lado?

É facil de amor falar.
exploda o peito!
Grite ao amar!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

QUE OBRA DE ARTE EM USAR NOSSA LINGUA MARAVILHOSA.....

LER OU RELER, EIS A QUESTÃO... Veja a genialidade da poetisa Clarice Lispector e a riqueza da língua portuguesa.

Não te amo mais.
Estarei mentindo se disser que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza de que
Nada foi em vão.
Sei dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer nunca que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade:
É tarde demais...

OBS.: - Agora leia de baixo para cima. Pura arte... Pura genialidade

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Está na nossa cara e as pessoas não querem ver...


Recebi um e-mail de um amigo no qual se encontrava um link para um filmete fantástico!!! É um curso mais que perfeito, completo, pequeno e dinâmico de como estamos destruindo nosso espaço único de vida que é o Planeta em que vivemos.
O filme se chama "A História das Coisas". Dura pouco mais de vinte minutos mas, com certeza, serão os vinte minutos mais importantes que você terá investido no conhecimento da trilha para onde nós estamos indo. Creio que dá tempo de freiar esse desalento todo. É só cada um de nós fazer a nossa parte e fazer um esforço para que o cara ao nosso lado faça o dele.
Eu vou nessa... vamos juntos?



http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755

sábado, 3 de maio de 2008

Interessante como somos afetados pela solidariedade, ou falta dela. Esta imagem mostra um comportamento solidário de uma mãe amamentando filhotes, não importando se são de "bichinhos" distintos: bicho-homem e bicho-bicho.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Depois da derrota a entrega ao amor como compensação

Eu entendo que uma derrota por 5 X 0 pode ferir muito a autoestima da valorosa torcida atleticana.
Entendo também que o mundo é feito de diversidade e respeito isso. Quem sabe praticar tudo isso absolutamente bem é a torcida organizada GAYLOUCURA que valoriza maravilhosamente os rapazes fortões e musculosos que dão tanto prazer a esses torcedores. Bem, se esses valorosos rapazes não levam os bambis e ursos do Galo à loucura dentro do campo eles mesmos se bastam... Vida que segue!

O Mundo das Idéias... Filosofia do Futebol (ou o contrário?)

Este filmete do youtube é simplesmente fantástico! É mais um daqueles trabalhos maravilhosos e criativos do famosso grupo inglês Monty Phyton! Uma bela paródia, se pudermos chamar assim, de uma partida de futebol entre as seleções dos filósofos da Grécia versus os filósofos da Alemanha. É absolutamente impagável! Vale o clique.




domingo, 27 de abril de 2008

HaiKai

Haikais são poemas com três versos de cinco, sete e cinco sílabas poéticas. Geralmente falam das estações do ano. Necessáriamente não precisam ter rimas mas, no Brasil, até os fazem rimados. Também no Brasil, não se preocupam muito em manter essa característica de sempre ter uma referência às estações e até mesmo a métrica (5-7-5) nem é muito respeitada. Esculhambação? Não, "brasileirismos" mesmo!
Quem popularizou alguma coisa dos haikais no Brasil foi o humorista Millor Fernandes, desde seus tempos no "O Cruzeiro".

Eis alguns dos tipos simples e soltos:

Querem que eu seja sério
Por quê não sou?
Mistério...

dentro do ôco,
Me disseram,
Falta tôco

os dois lados da bola
dentro
E fora

Praia, cheiros, pitanga
Feriado, preguiça
Essa tanga...

Sob a lua
Te penso nua
Perco-me na rua...

Sábado cálido
Alegria átona
Vida oxítona

Domingo malemolente
Preguiça bem displicente
Se sarar fico doente...

Tem hora
Que não passa a hora
Como agora

No fim das contas
O que conta
É o que encanta

"Âncora em liberdade"...
Oxímoro do bom de verdade
Seria uma conjugalidade?

Encontro de abraços
Com a moça do laço
Faço ou não faço?

Meu coração descontrola
Quando te vê se assanha
Para de bater. Só apanha...

Feriado nacional
Mal estar irracional
Beijo da mosca do mal...

Tem gente que morre enforcado
Deixando alegria em legado
Merci pelo o feriado!
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